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sábado, 22 de dezembro de 2012

Estas postagens sobre  A ADOÇÃO SEGUNDO AS IDADES, foi tirado do site guiainfantil.com,achei bem esclarecedor  a abordagem desse tema de acordo com a idade de cada criança.Espero que tenha boa serventia a todos.

Filhos adotados adolescentes

Entre 13 e 15 anos é muito comum que seu filho adolescente não queira relacionar-se com seus pais biológicos nem com os adotivos. É uma época particularmente difícil para a maioria dos jovens, na qual desejam assimilar-se ao seu meio e não ser diferenciados por alguma característica, seja esta qual for.
A partir dos 16 anos, como sucede com a maioria dos jovens, os adolescentes adotados estão constantemente tratando de descobrir como se encaixam no mundo que os rodeiam, como procurando estabelecer sua própria independência. Frenquentemente, é um período em que mostram um inusitado interesse pelos temas da adoção e por obter informações sobre sua família biológica.
À medida que os adolescentes se desenvolvem sexualmente, começam a analisar as diferentes opções que seus pais tinham, e muitas vezes julgam suas ações e decisões. Também lutam constantemente por buscar seu próprio equilíbrio entre as influências genéticas e as do meio ambiente.

Filhos adotados de nove a doze anos de idade

Entre 9 e 12 anos, as crianças têm uma compreensão mais profunda do que significa o processo adotivo. Talvez aflore nesta época os primeiros sinais prematuros de tristeza ou peso, à medida que as crianças comecem a resolver problemas, estabelecer prioridades e buscar relações. É também nestes momentos que começam a ver o lado público da adoção e a compreender que, socialmente, são diferentes de seus amigos, ainda que não compreendam bem porque esta diferença deve importar.
As crianças estão mais capacitadas para processar informação embaraçosa sobre sua adoção que quando chegam à adolescência. Se a história de seu filho inclui situações desagradáveis, no entanto, converse e compartilhe com ele as situações sem emitir juizos sobre elas.

Filhos adotados de sete a oito anos de idade

Perto dos 7 ou 8 anos, a criança começa a reconhecer que a família normalmente se define em termos de relações consanguíneas. Sendo assim, não tem vínculação biológica com seus pais adotivos, mas sim com seus pais biológicos (e possivelmente irmãos biológicos), em alguma parte, e aqui algumas crianças podem começar a expressar confusão sobre seu lugar como membro da família...
Além disso, este período se caracteriza pelo desenvolvimento da lógica recíproca. Com respeito à adoção, o desenvolvimento da lógica recíproca ajuda a sensibilizar a criança no assunto do abandono. Para as crianças jovens, os pais adotivos falam sobre a adoção enfatizando seu desejo de ter um filho e construir uma família. A criança, à medida que a história avança, necessita de um lar, e os pais adotivos os escoheram para ser parte da nova família. O que usualmente não se discute é porque a criança precisava de um lar.  Uma vez que a criança entra num período de pensamento lógico, percebe-se que para haver sido escolhida, primeiro teve que saber que veio de algum lugar, o que significa que foi abandonada. Durante esse tempo, a criança começa a entender a adoção não só em termos de construção familiar, mas também em termos de perda familiar.

Filhos adotados de seis a sete anos de idade

Na faixa dos 6 aos 7 anos, a criança pode diferenciar entre adoção e nascimento como modos alternativos de formar uma família. Em outras palavras, reconhece que, ainda que todos entrem no mundo da mesma maneira, pelo nascimento, a maioria dos membros da família o fazem nascendo dentro dela. Também reconhece que ser adotado significa ter dois pais distintos (“os que me conceberam e os que me acolheram e educaram”).
As crianças começam a perguntar sobre sua mãe biológica; as perguntas sobre seus pais biológicos podem vir um pouco mais tarde. Este é um bom momento para mostrar-lhes fotografias, cartas ou recordações de seus pais biológicos. Se não sabem as respostas às suas perguntas, ou se a história envolve um passado complexo ou penoso, responda com “talvez” evasivos, reafirmando o valor das pessoas envolvidas e a dificuldade de sua situação, enquanto reafirma o valor das pessoas envolvidas e a dificuldade de sua situação antes de “encontrar” seu filho.
Permita que pense sobre o tema, inclusive que fantasie sobre seus pais biológicos, induzindo seu filho a aceitar seu papel na família e a desenvolver um grau positivo de autoestima. Suas curiosidades podem derivar de temores sobre temas como que seus pais biológicos apareçam para reclamá-lo, por exemplo; por isso é tão importante que comprove que ele compreenda bem o processo e a razão de sua adoção.
O silêncio e a evasão possivelmente farão com que a criança pense que há algo errado em suas origens e consequentemente, que há algo mal nele. A alternativa é dizer-lhe a verdade do que passou; isto pode ser muito duro tanto para os pais como para o filho, já que no fundo existe uma verdade difícil de aceitar. Mas é mais danoso não dizê-lo, já que a criança percebe mistério, inquietude e silêncio sobre o tema sobre seus pais biológicos e de sua origem.
Esta distinção entre nascimento e adoção é muito importante, é a base de um significado e entendimento mais profundo que emergerá mais adiante. As crianças em idade escolar aumentam sua capacidade para solução de problemas. O desenvolvimento do pensamento lógico, aumento de sensibilidade ao ponto de vista dos outros, e experiência na sala de aula, contribui para este processo. A criança adotiva em idade escolar, pela primeira vez faz um esforço espontâneo para considerar seriamente as circunstâncias que rodeiam seu nascimento.
Por mais que os pais adotivos tentem, será difícil evitar que seus filhos tenham sentimentos de perda e aflição que inevitavelmente irão sentir. No entanto, poderão ajudá-los a superarem estas situações difíceis, entendendo seus sentimentos. Naqueles casos em que seu filho requeira alguma informação que não esteja em seu poder, ofereça-lhe ajuda para encontrá-la.
Um entendimento precoce que emerge sobre a família complica seus sentimentos sobre ser adotivo. Crianças pequenas, geralmente menores de 7 anos, definem a família primariamente em termos geográficos: sua família está composta pelas pessoas que vivem em casa. Não vêem a conexão biológica como necessária para ser membro familiar. Isto significa que as crianças pequenas aceitam facilmente a afirmação de seus pais adotivos, que são parte da mesma família e assim vai ser para sempre.

Filhos adotados de três a cinco anos de idade

De 3 a 5 anos, a criança estará se alistando para a próxima etapa: enfrentar o mundo. Começa a desenvolver a habilidade de explorar, de iniciar projetos e questionar tudo o que vê. Todas essas habilidades as ajudam a trabalhar a separação de seus pais, a preparar-se para sair do mundo seguro da casa ao selvagem e desconhecido. E no momento que der conta do mundo exterior, vai começar a confrontar o ato da sua própria adoção. Como sua habilidade de pensamento é tão rudimentar, geralmente a criança pequena tem problemas para entender as implicações de ser adotado.

Quando seu filho perguntar sobre o nascimento e a adoção

- Prepare-se para ser interrogado.
- Considere isso como uma oportunidade.
- Responda somente o que lhe perguntam, não entre em detalhes.
Essas perguntas são características das que fazem todas as crianças, e seus filhos não serão exceção:
- Como saiu o bebê?
- Eu nasci dessa maneira?
- Eu estive na sua barriga, mamãe?
- Por que eu não cresci na sua barriga?
Explique a seu filho que os bebês saem por uma abertura especial que têm todas as mulheres, e que todos nascemos dessa maneira. Que ele não cresceu em sua barriga, mas cresceu na de outra senhora e quando nasceu, você o adotou. Faça-o saber quão felizes estão pelo seu nascimento e que ele faz parte de toda a família.
Quando seu filho perguntar porque não cresceu em sua barriga, pode responder-lhe que tentou, mas não foi possível. E ele teve que vir de outra barriga. Se desejar, acrescente que você queria ter um filho, de modo que ele cresceu na barriga de outra senhora, e quando nasceu, você foi buscá-lo e o adotou.
Não trate de dizer a seu filho mais do que ele pode entender. À medida que cresçam, as informaçãoes também crescerão e serão mais adequadas para eles, segundo a idade que tenham. É importante contar-lhe, não somente de sua história depois de ingressar na família, mas também sobre suas origens e seus progenitores. Este conceito de uma história de vida global resulta num ponto crucial para desenvolvimento de sua identidade, e deve incluir tudo o que sabe a respeito do dia em que nasceu. A criança necessita saber que seu nascimento foi igual ao de todas as outras crianças, que forma parte de uma família, e que as famílias estão compostas por pessoas que vivem juntas e se amam umas às outras.

Filhos adotados de um a três anos de idade

De 1 a 3 anos, as crianças estão muito ocupadas ganhando controle deles mesmos e do mundo. Fisicamente, o controle real começa durante essa etapa, controle de esfincteres, de caminhar, de alimentar-se, de seus pais através do “não”, etc.
Por volta dos 3 anos, a criança começa a aprender acerca da família e a concentrar seus interesses em como e quando nasceu. Antes que seus filhos possam entender o processo da adoção e as diferentes formas em que pode estar constituída a família, é necessário que compreendam as formas pelas quais se pode ter um filho.
É por volta dessa idade, quando começam a perguntar se cresceram na barriguinha da mamãe, portanto, que é o momento oportuno para explicar-lhes o processo de adoção e as diferentes formas que uma criança pode ingressar numa família.
As conversas com seu filho deverão ser adequadas à sua etapa de desenvolvimento, temperamento e influências externas. Os filhos adotados durante sua infância experimentam a dor da separação de seus pais biológicos. Todas as crianças adotadas devem ajustar-se às novas imagens, novos sons, novos odores e novas experiências. Durante as primeiras etapas de comunicação, os pais têm uma perfeita oportunidade de começar a compartilhar com a criança o tema da adoção de uma forma tranquila e cômoda, para construir assim os cimentos de futuros diálogos.

Quando seu filho adotado é pequeno

- Utilize com frequência a palavra adoção. Isso lhes dará a oportunidade de acostumar-se a dizer a palavra sem sentir-se incômodos ou pouco à vontade.
- Utilizem a palavra adoção em um momento em que estejam próximos ao seu filho.
- Utilizem a palavra adoção de forma espontânea. Não a digam com muita frequência, só quando pareça natural fazê-lo.
Seu filho, evidentemente, não compreenderá esses assuntos completamente, mas começará a familiarizar-se com o termo adoção e com os tons como é empregado pra referir-se ao tema. É nessa etapa infantil quando se deve preparar para uma comunicação aberta sobre adoção, o que dará bons frutos mais adiante. Sejam sinceros consigo mesmos de modo que possam ser sinceros com seus filhos. São uma família adotiva e não podem mudar isso. Seus filhos têm direito de saber, quando for possível, sobre seus antecedentes e de sua adoção. Se tentam ocultar-lhes isso, eles se sentirão enganados e traídos até que a longo prazo descubram seus segredos (e o farão). À medida que seus pequenos mostram mais curiosidade a respeito da vida e do nascimento, estarão mais interessados em que papel atuam eles no esquema da existência.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

sábado, 13 de outubro de 2012

BEBE ABANDONADO


MÃE DE BEBÊ ABANDONADO NÃO TINHA 'INTERESSE NA CRIANÇA', DIZ DELEGADO.
11/10/2012
Pláucio Fernandes disse que mulher confessou abandono à Polícia Civil. Criança foi encontrada sem roupa em calçada de bairro de Pitangueiras, SP.
Do G1 Ribeirão e Franca

A mãe do recém-nascido deixado nesta quinta-feira (11) em frente a uma casa do Jardim São Benedito em Pitangueiras (SP) confessou à Polícia Civil que abandonou o filho e que não tinha interesse em criar a criança. Também nesta quinta, o Ministério Públicou pediu que o Conselho Tutelar faça um levantamento para avaliar quem ficará com a criança.
"A mãe não falou muito e não explicou os motivos para ter feito isso. Ela disse apenas que não tinha interesse na criança e a abandonou, confessou o abandono", disse o delegado Pláucio Fernandes. A polícia chegou até a jovem de 22 anos quando ela procurou socorro. Ela foi internada na Santa Casa de Pitangueiras para receber cuidados médicos.
O delegado disse também que a mãe não foi presa porque não houve flagrante no caso. "Não houve a autuação, mas haverá uma investigação através do inquérito policial e ela vai ser responsabilizada criminalmente pelo ato dela", disse Fernandes. O crime de abandono de incapaz, pelo qual a jovem reponderá, pode resultar em três anos de prisão.
O promotor Leonardo Bellini de Castro explicou o que deve ser feito nos próximos dias pelo Conselho Tutelar. "O Ministério Público pediu que seja feito um levantamento dos familiares para que possamos ver com quem essa criança irá ficar", comentou Castro. "É feita uma avaliação psicossocial dos familiares. Se for possível, ela fica com a família. Caso não seja possível, a criança pode ir para um abrigo", concluiu o promotor.

CUIDADOS
O menino de 50 centímetros e 2.800 kg também foi levado para a Santa Casa da cidade. Ele passou por uma avaliação médica e está recebendo os cuidados das enfermeiras. Assim que deixar o hospital, ele deve ser entregue a uma tia enquanto o Conselho Tutelar faz o levantamento a pedido do MP.
Recém-nascido recebeu roupas, fraldas e mamadeira na Santa Casa de Pitangueiras (Foto: Sebastião Elias/ EPTV)

Casal homoafetivo comemora Dia das Crianças com os 4 filhos adotivos


Todo Dia das Crianças é comemorado com muita festa na casa de um casal homoafetivo de Uberaba, no Triângulo Mineiro. A artesã Ana Claudia Santos, de 45 anos, e a enfermeira Cecília de Ávila, de 53 anos, têm três filhos adotivos. E este ano a data será comemorada com a família ainda maior. Isso porque as duas aguardam a adoção definitiva de Arthur, de 4 anos, que é o quarto filho que o casal obteve a guarda provisória em dezembro do ano passado.
Para Cecília  a data será marcante, com todos reunidos. “Já temos quatro crianças maravilhosas conosco. O que temos que fazer agora é festejar cada momento juntos e cuidar de dar aquilo que a vida tirou deles quando pequenos, uma família, um lar. Esse Dia das Crianças será mesmo especial, pois estamos com uma família completa e acho que a felicidade maior é ver o quanto eles se dão bem",  disse.
Adotar uma criança implica enfrentar uma série de dificuldades, processos, análises e longos períodos de espera. Para as duas não foi diferente. Ana Cláudia contou que a primeira adoção demorou mais de um ano para se concretizar. "Eu já morava com a Cecília há quatro anos quando decidimos que queríamos ter filhos. Em 2006 fizemos a habilitação para o cadastro, que foi feito apenas no nome da Cecília, o processo foi longo e só em 2007 entramos para a fila de interessados em adotar. Logo neste mesmo ano, um mês depois fomos chamadas para conhecer Laura de Ávila, que hoje tem 10 anos, e Ezequiel de Ávila, que tem 8 anos. Eles foram os nossos primeiros filhos", lembrou.

Laura, Ezequiel, e André
(Foto: Ana Claudia e Cecília / Arquivo Pessoal)
Ainda conforme as mães, eles fugiam dos padrões de adoção, eram irmãos, negros e com idades já avançadas, critérios que não foram empecilho para o casal. "Não tivemos nenhuma restrição para adoção, eles estavam fora do perfil e quando vimos os dois quisemos logo de cara. O olhar dos dois era encantador, o sorriso no primeiro encontro foi especial e por isso não tivemos como deixá-los.  Ali, naquele encontro,  já sabíamos que eles eram nossos", disse.
Depois de enfrentar burocracias e derrubar barreiras, a vida das duas se transformou e a adoção não parou por aí, foi quando veio a notícia que ainda estavam cadastradas no sistema de adoção e, por isso, receberam uma ligação de que havia uma criança em um abrigo que precisava ser adotada com urgência. "Disseram que era urgente porque ele havia sido retirado do hospital porque a mãe tinha problemas mentais graves. Além disso, ele tinha refluxo, precisava de cuidados especiais. Foi então que decidimos ficar com ele também. O nome dele é André Santos de Ávila, e está agora com três anos", contou.
Mas não parou por aí. O destino tratou de colocar Arthur na vida das duas. "O Arthur foi uma surpresa. Fiquei sabendo através do grupo "De volta pra casa", de Divinópolis, no Centro-Oeste do estado, que ele também precisava ser adotado com urgência, pois tinha problemas neurológicos. O grupo já havia colocado o caso dele em nível nacional e ninguém o quis. Então eu e Cecília já queríamos adotar uma criança que merecesse cuidados especiais. Ficamos sabendo dessa história e entramos em contado. Foi quando disseram que não podíamos mais adotar porque a habilitação havia vencido, mas renovamos através da promotoria de Itaúna, cidade da região Centro-Oeste, que nos reabilitou. E em uma semana recebemos uma ligação do promotor agendando para conhecermos o Arthur. Eu disse que já íamos para buscá-lo. Foi aí que ficamos com o Arthur e fechamos nossa família. Agora estamos aguardando a guarda definitiva dele”, disse.
Vamos cuidar de dar aquilo que a vida tirou deles quando pequenos, uma família, um lar"
Cecília de Ávila
Barreiras
As barreiras não foram maiores que o desejo de ter uma família feliz. “Barreiras todos que querem adotar enfrentam, mas nós nunca enfrentamos preconceitos, pelo menos na nossa frente. Se houve foi oculto. Somos todos muito bem tratados onde quer que vamos", refletiu.
Quanto à condição sexual das mães, os filhos sempre souberam e as duas informaram que sempre conversam e deixam a verdade acima de tudo. “Para a gente a verdade está acima de tudo, as mães dos colegas sabem, na escola todos sabem, não temos diferença nenhuma de uma família heterossexual. A gente só percebe só quando as outras pessoas falam”, finalizou.
(As fotos de Arthur e nem seu sobrenome não puderam ser divulgados, pois o garoto ainda está em guarda provisória).


12/10/2012 15h17 - Atualizado em 12/10/2012 15h29
Casal homoafetivo comemora Dia das Crianças com os 4 filhos adotivos
Família de Uberaba conta a história de vida e como foram as adoções.
'Temos que festejar cada momento juntos', diz enfemeira.

sábado, 22 de setembro de 2012

Trechos de diários de crianças institucionalizadas







Reunião de Setembro de 2012

Neste sabado nosso grupo recebeu  a assistente social Melissa Terron, diretora de uma Casa de Acolhimento em São paulo.
Ela nos esclareceu o que acontece nos abrigos, desmistificando  a idéia errada que a maioria da população tem.As crianças e adolescente que vivem institucionalizadas, não diferem em nada com as crianças que vivem em nossas casas, são crianças que brincam, fazem peraltices, brigam com as outras crianças, estudam,emfin não são melhores nem piores, são apenas CRIANÇAS.
Como ela mesma disse umas querem arrumar uma família substituta, mas existem aquelas que preferem a vida do abrigo, talvez por a dor da rejeição ser tão grande, que elas se sentem protejidas eseguras nas casas de acolhimento.
Neste sábado a reunião foi comandada pela Kelly, nossa psicóloga, pois o filho da Maria Inês casa hoje, e a Dra Shirley esta acompanhando sua mãe que foi submetida a uma cirurgia, melhoras pra ela, e felicidades ao filho da Maria Inês.
Eu filmei boa parte da reunião, vou tentar postar em três partes.
Abaixo algumas fotos do evento de hoje.



quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Atleta parolimpica é reencontrada por pais biológicos

Um casal russo que deu sua filha portadora de deficiência para adoção disse à mídia de seu país ter descoberto que a menina é a nadadora americana Jessica Long, medalhista de ouro na Paraolimpíada de Londres 2012.
O casal disse querer conhecer a para-atleta, que foi adotada por um casal americano.
Natalya e Oleg Valtyshev, que deixaram a menina em um orfanato na Sibéria pouco depois do seu nascimento, chegaram a assistir as competições de Jessica Long pela televisão sem saber quem ela era.
Em entrevista a um canal de TV russo, eles dizem estarem orgulhosos da garota.
Long já disse em entrevistas que gostaria de ir à Rússia após os Jogos Paraolímpicos para encontrar a família, mas ainda não se pronunciou sobre a aparição dos pais.
Sugestão dos médicos
Jessica Long, que foi chamada de Tatiana ao nascer, foi adotada por um casal americano quando tinha um ano de idade. Ela vivia em um orfanato na cidade de Bratsk, na Sibéria, há cerca de 3,7 mil quilômetros de Moscou.
A menina, que cresceu em Baltimore, nos Estados Unidos, nasceu sem tornozelos, joelhos e sem a maior parte dos ossos dos pés.
Ainda antes de deixar a Rússia, ela teve a parte inferior das pernas amputadas para usar próteses e aprender a andar.
Anos depois, Jessica se tornou atleta paraolímpica e ganhou 12 medalhas de ouro em três edições dos Jogos.
Após a paraolimpíada de Londres 2012, seus pais biológicos foram encontrados por jornalistas russos e se emocionaram ao falar da menina.
Segundo o jornal Siberian Times, a mãe da para-atleta disse "sentir muito" por tê-la dado para a adoção.
"Na época eu tive medo. Tive que deixá-la para trás. Mas eu cheguei a pensar em pegá-la de volta", afirmou.
"Eu estava sozinha na Sibéria, sem minha mãe e meu pai. Para onde eu iria com ela? Os médicos disseram para eu deixá-la, disseram que eu não podia ajudá-la. Eu a chamei de Tatiana, como minha irmã mais velha."
O pai, Oleg Valtyshev, que tinha 17 anos à época do nascimento da menina, disse que o casal foi pressionado pelos médicos para deixar a menina.
"O que eu poderia ter dito? Eu não poderia ter dito nada porque não estava preparado para isso. Eu fiquei muito chocado com a coisa toda", disse ele.
"Mas não quero falar contra os médicos. Eles disseram: 'A garota tem deformidades e vocês são jovens, vai ser difícil'."
Desde então, o casal teve três outras filhas incluindo outra menina portadora de deficiência. Dasha, de 13 anos, tem características semelhantes às de Jessica e vive com os pais.
'Orgulho'
Natalya e Oleg afirmaram ao canal de TV que tinham a intenção de buscar a filha quando pudessem, mas que ela foi adotada antes.
"As crianças geralmente são mantidas no orfanato até os três anos, e eu tinha certeza de que ninguém iria adotá-la. Eu me informava sobre ela, sabia que ela estava linda, que todos a amavam", disse a mãe.
"No dia 6 de julho de 1993 eu dei à luz minha segunda filha Nastya (Anastasia) e no dia 9 de julho soube que um casal de americanos a adotou."
Nastya descobriu aos 19 anos que tinha uma irmã. Ao canal russo, ela disse que sua mãe confessou que deu Tatiana para a adoção, mas que parecia traumatizada demais para falar a respeito.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Adotar: Não tão simples quanto parece




É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente os direitos básicos, diz um dos artigos da Constituição brasileira, muito comum em se tratando de adoção. Não se pode negar que a atitude de uma pessoa de adotar uma criança é admirável. Contudo, existe ainda a ideia de que o processo é bonito e de que logo o pequeno estará corr
endo pela casa. Na verdade, o caminho é longo e pode ser difícil de enfrentar.

MUDANÇA
Quem pretende adotar um filho deve procurar a Vara da Infância de seu município. Lá iniciará o longo processo, que exige apresentação de diversos documentos, entrevistas com psicólogos e visitas de assistentes sociais em sua casa.
No final de 2009 a lei de adoção sofreu algumas modificações. Entre elas, criou-se o CNA (Cadastro Nacional de Adoção). No site do CNA é possível ver o número de crianças que podem ser adotadas em cada município.
A criação do cadastro limita, entre outras coisas, que o adotante busque crianças de outra cidade ou estado, explica a advogada de família Janaina Stabenow, dizendo que o objetivo é forçar os adotantes a buscar crianças nos seus municípios.

DEMORA
Há pais que esperam mais de dois anos para terem o direito de adotar. A lentidão da Justiça é, para muita gente, o fator responsável pela demora da adoção no Brasil.
Devido ao longo processo, há adotantes que recorrem ao sistema ilegal, ou seja, a adoção à brasileira. Não há dados oficiais sobre essa prática, já que essas famílias tentam se manter longe da Justiça.
Há dois anos, a jornalista Alessandra Godolle pensava em adotar. Começou a pesquisar sobre o assunto e hoje comanda um fórum de discussões sobre adoção no Orkut. Seu objetivo na internet é fazer com que as pessoas não recorram à adoção à brasileira.
Esse tipo de processo destrói famílias. Existem relatos de extorsão. Então é muito complicado, diz Alessandra, que adiou o sonho de adotar. Para ela, o processo de habilitação é essencial. Para o adotante, o longo processo serve para desmistificar o que é a adoção e serve também para proteger a criança e escolher o melhor lar para ela, defende Alessandra, mãe de dois especiais.

NÃO É SÓ ISSO
Janaina destaca também as exigências dos pais na escolha do perfil das crianças como fator importante para a demora. Uma das fases da adoção é a escolha do perfil da criança que será adotada. Os futuros pais escolhem que tipo de criança querem. Branca, negra, menino, menina, saudável ou não. Meninas, brancas e com até 12 meses são as mais solicitadas.
Contudo, a maioria das crianças dos abrigos não são assim. Para adoção, o perfil predominante é o seguinte: meninos, de 12 anos. Uma pesquisa mostrou que 70% dos pais queriam filhos brancos, sendo que 65% das crianças são negras, pardas, indígenas ou orientais. Vale lembrar que os pais querem crianças saudáveis. Portanto, na teoria, os pequenos que tenham algum tipo de doença passam na frente.
Outra questão que gera muita polêmica por parte dos pais é o fato de que o Estado não separa as crianças. Se há um bebê com mais três irmãos para adoção, todos têm de ser adotados pela mesma família. Antes de finalizar o processo, o menor passa por um estágio de convivência, na qual vai morar na casa dos adotantes. Nesse período, os pais ainda podem devolver a criança.

Série Adoção - UPFTV - Reportagem 1

terça-feira, 4 de setembro de 2012

ANGAAD (ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS GRUPOS DE APOIO À ADOÇÃO), entidade civil sem fins lucrativos responsável pela representação nacional de mais de 100 Grupos de Apoio à Adoção espalhados por todas as regiões do Brasil, coordenadora do Movimento Nacional de Apoio à Adoção, no Brasil, teve o papel fundamental de despertar os Poderes Constituídos para a realidade do abandono e institucionalização indiscriminados e de longa duração de crianças e adolescentes que se encontravam em verdadeira condição de indignidade humana, privados de seu d Aireito fundamental à convivência familiar. Tais crianças e adolescentes foram por longos anos negligenciados pelos atores responsáveis pelo Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente, que se quedaram inertes na definição da situação jurídica dessas crianças e adolescentes institucionalizados, isto é, não foram céleres em avaliar e promover a reintegração à familia de origem ou a colocação em família substituta, através da adoção, dos mesmos, permitindo que tais crianças e adolescentes completassem anos e anos de vida nas instituições de abrigo, hoje instituições de acolhimento. E, foram justamente os Grupos de Apoio à Adoção, através da divulgação e fortalecimento da Nova Cultura da Adoção, que denunciaram a condição que essas crianças/adolescentes estavam sendo tratados: como verdadeiros objetos de propriedade da família biológica, por conta de biologismo preconceituoso que os impedia de receber o tratamento digno de sujeitos do direito de ter uma família apta a amar e cuidar. Os Grupos de Apoio à Adoção defendem o direito constitucional de toda criança viver em família, trabalhando inclusive pelas reintegrações familiares, preparando os candidatos à adoção para a realidade afetiva, o caráter legal, e a responsabilidade dessa forma de paternidade/maternidade, e lutando pela quebra dos mitos e preconceitos acerca da Adoção. Toda essa luta que já faz mais de 18 anos, teve seu pleito maior reconhecido com a promulgação da Lei 12010/2009, apelidada de Nova Lei da Adoção! Agora, pela nova lei, que alterou artigos do Estatuto da Criança e do Adolescente, foi fixado um prazo máximo de 2 anos para que a autoridade judiciária competente, com base nos laudos técnicos de sua equipe de assistente social e psicólogo, defina a situação da criança e adolescente institucionalizado. Em outras palavras, se há possibilidade de reintegração familiar ou se o caso importará em encaminhamento para adoção. Convém ressaltar, que não será necessário esperar até 2 anos, pois também passou a ser exigido que de 6 em 6 meses essa avaliação seja feita até no máximo 2 anos. Por esse motivo que, por iniciativa do Tribunal de Justiça do RJ, hoje encampada pelo Conselho Nacional de Justiça e replicada para os demais estados da federação, passou a ser exigida a realização de audiências concentradas nas instituições de aacolhimento com a presença do magistrado, sua equipe técnica, o promotor de justiça, a equipe da instituição e os "responsáveis" pela criança/adolescente, tudo para gerar o compromisso do "olho no olho" e acelerar os procedimentos em prol das mesmas que estão perdendo suas infâncias sem o aconchego particularizado de um lar. Também o Cadastro Nacional da Adoção(CNA) é fruto da luta de todos os Grupos em prol da uniformização de procedimento de habilitação para adoção e, principalmente, do levantamento das crianças disponibilizadas para adoção, icógnita muitas vezes até mesmo para os poderes responsáveis. Os Grupos trabalham na perpectiva de "para cada criança, uma família" e trabalham exaustivamente num processo de convencimento responsável e afetivo para que pretendentes à adoção ampliem seus perfis e adotem crianças negras, com mais idade, com deficiência, grupos de irmãos. São as chamadas ADOÇÕES NECESSÁRIAS! O Movimento Nacional de Apoio à Adoção desafia a todos que lutam pelo respeito aos direitos da criança e do adolescente a divulgar e consolidar a NOVA CULTURA DA ADOÇÃO, através da qual a criança tem que ser tratada como um sujeito de direitos e ão como objeto de propriedade de determinada família, devendo-se encarar a adoção como um instrumento de concretização do direito de viver em família de igual valor, por garantir todos os demais direitos previstos constitucionalmente. Trabalha-se pela ADOÇÃO LEGAL, SEGURA E PRA SEMPRE! Não é à toa que cresce a cada dia a parceria entre Poder Judiciário e Grupos de Apoio à Adoção na preparação dos pretendentes à adoção. Pois é meta de todos os comprometidos com a causa da criança, garantir-lhe uma familia de verdade! E, de verdade, não é necessariamente a consanguínea, mas aquela que reúne os atributos do AFETO e CUIDADO! Mas é preciso avançar para a educação, para que as próximas gerações venham despidas de preconceitos e sejam capazes de amar o diferente, acolher e defender toda criança privada de uma família. Barbara Toledo ( Presidente da Associação nacional dos Grupos de Apoioà Adoção)

sábado, 1 de setembro de 2012

ATO SOLENE

ESTA FOTO FOI TIRADA EM MAIO DESTE ANO, A GAROTA DE CAMISETA PRETA ESCRITO "ADOÇÃO" É MINHA FILHA NATACHA, DO SEU LADO DIREITO MINHAS QUERIDAS AMIGAS DRA SHIRLEY, MARIA INÊS E KELLY, AS TRES VOLUNTÁRIAS QUE CONDUZEM COM MAESTRIA NOSSO GRUPO, DO LADO DIREITO DA NATACHA O DR ISRAEL E A VICE PREFEITA DE SANTO ANDRÉ.
A NATACHA FOI ESCOLHIDA PARA REPRESENTAR TODAS AS CRIANÇAS DO GRUPO DE APOIO Á ADOÇÃO LAÇOS DE TERNURA
NESTA DATA FOI COMEMORADO O DIA NACIONAL DA ADOÇÃO.
PARABÉNS A TODOS PELA LINDA FESTA.

UMA CONTA DIFICIL DE SE ENTENDER

OLHANDO BEM O QUADRO ACIMA DA PRA ENTENDER QUE ADOTAR CRIANÇAS COM MENOS DE 3 ANOS  É MEIO DIFÍCIL , DEVIDO HÁ POUCA  DISPONIBILIDADE COM ESA IDADE, AS CRIANÇAS MAIORES ENTRE 12 A 17 EXISTE EM MAIOR NUMERO, MAS A PROCURA É MENOR.
NO NOSSO GRUPO DE APOIO À ADOÇÃO OUVIMOS SEMPRE A SEGUINTE FRASE:
" SE SEU SONHO É TER UM BEBE, CORRA ATRÁS DESSE SONHO, MAS SAIBA QUE A DEMORA VAI SER MAIOR".
PORTANTO FAÇA UMA ANALISE, PENSE BEM, JÁ VIMOS CASAIS QUE QUERIAM UMA MENINA, COM ATÉ DOIS ANOS, ACABARAM MUDANDO O PERFIL, DEIXANDO EM ABERTO A POSSIBILIDADE DE UM FILHO COM UM POUCO MAIS DE IDADE, E HOJE FORMARAM UMA FAMÍLIA LINDA COM UM LINDO GAROTO, O  HENRIQUE.

COR DA PELE


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

ACOLHER ( Adoção) - Música por Elizabete Lacerda



Procurando por um filme, e achei esse, a musica é linda e o filme emocionante.

Muito......mas muito amor pra dar e receber

Quantos de nós ao ler uma reportagem como essa diz ou pensa, " que loucura".Um casal como este o Eliomar e a Dirleia que já são pais por adoção de uma moça de 23 anos que resolveu adotar mais 5 filhos não podem ser considerados loucos não. Loucos são os preconceituosos, que acham que um filho adotivo vai ser diferente de um filho biológico.  FILHOS SÃO FILHOS...... não importa se gerados por nós ou por alguém que por " enes" motivos não puderam cuidar deles. O que eles tem é muito AMOR pra dar, muito  CARINHO e ATENÇÃO. Com certeza farão felizes essas 5  crianças, e que família linda eles formam. boa sorte a eles, que sai logo a guarda.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

UM AMOR SEM EXPLICAÇÃO



Mãe do Coração

Esta criança esteve escondida no teu pensamento,
noite após noite, por anos a fio,
guardada na tua retina sem que nunca a tivesses visto.
Esta criança bendita, que foi escolhida por Deus e por ti,
para compartilhar de tua vida, nunca sofrerá,
ficará triste ou chorará por desamor ou abandono,
pois existe alguém especial, um anjo,
que o destino colocou em seu caminho
para lhe suprir as carências, lhe amar, dar carinho.
Ela foi abençoada.
Não foi gerada por ti,
não foi esperada por nove meses,
não veio de dentro de tuas entranhas,
mas veio de algo muito maior:
um amor enorme que tinhas para compartilhar
com ela e com o mundo.
Não o adotaste simplesmente; ele é teu filho –
filho do imenso carinho que tens para dar,
da tua capacidade de doação,
da abnegação,
do desejo sofrido e ao mesmo tempo esperançoso que tiveste
de um dia cuidar e de ouvir alguém
te chamando de “mãe”.
Será filho de noites em claro,
de preocupações,
de alegrias,
de dias de chuva,
de dias de sol.
Será filho de tristezas,
de sonhos,
de esperanças
e de dedicação,
pois tens por ele o mesmo carinho que terias
por um filho do teu sangue.
Esta criança veio de onde quer que seja,
predestinada para ti.
Apenas nasceu de outra mãe,
pois nada acontece por acaso,
mas o destino dela eram os teus braços e teu desvelo.
Ela foi gerada dentro do teu coração
porque, provavelmente, merecia uma mãe tão especial quanto tu!

by Maria Eugênia - Doce Deleite
Smile














domingo, 26 de agosto de 2012

REUNIÃO 25 DE AG0STO DE 2012

 
Ontem 25 de Agosto de 2012, foi realizada mais uma reunião do Grupo de Apoio À Adoção Laços de Ternura.
O tema abordado foi a " Paternidade Adotiva"
O grupo foi dividido em grupos de sete pessoas e  cada um contou  como tinha sido seu pai, e como gostaria que fosse o pai de seus filhos.
No grupo em que estava, ouvi histórias muito interessante, um rapaz, que não lembro o nome, acho que ele tinha  33 anos, formado em Educação fisica, contou que seu pai não tinha sido um mal pai, ele teve muita liberdade e parece que isso  agora o incomodava um pouco, fiquei analisando tendo meus filhos como parâmetro , que sempre reclamaram da falta de " liberdade" que eu e meu marido na opinião deles não davamos.Conclui que filhos reclamam da falta e do excesso.
O Marcos, disse que seu pai o largou ainda muito pequeno, ele já é pai de duas moças e agora de uma bebe linda, e lógico o que ele quer é ser diferente do pai omisso que teve.
Uma moça contou que ela sempre teve muito medo do seu pai, alcoolatra, que não o viu mais desde os 10 anos.
Conclusão,o desejo geral é que seus filhos tenham um pai presente.
O encontro estava repleto estavamos em mais de setenta pessoas, vários casais que lá compareçeram para conhecer o trabalho do Grupo e os antigos, assim como eu que não perco uma reunião sequer
Mais uma vez obrigado a Maria Inês, a Dra Shirley, e a Kelly por mais uma vez disponibilizarem algumas horas do sabado para atender as nossas necessidades.VALEU AMIGAS

                                                                         
                     

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Licença para Pais adotivos

Proposta deve passar por outra votação na Comissão de Assuntos Sociais antes de seguir para a Câmara dos Deputados

LISANDRA PARAGUASSU - Agência Estado
BRASÍLIA
- Homens que adotarem crianças sozinhos terão direito a 120 dias de licença e também de salário, da mesma forma que as mulheres. O projeto foi aprovado nesta quarta-feira, 4, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). A proposta tem caráter terminativo, mas ainda passará por outra votação na mesma comissão antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

O projeto também obriga a Previdência a pagar o salário-maternidade para mães adotantes por 120 dias, independentemente da idade da criança. A licença aprovada em 2002 para mulheres que adotam tinha um escalonamento de tempo de afastamento do trabalho e também do pagamento do salário-maternidade associado à idade da criança: 120 dias para crianças adotadas até um ano, 60 dias em caso de adoção de crianças entre um e quatro anos e 30 dias para crianças de quatro a oito anos de idade.
Em 2009, a legislação foi alterada para prever 120 dias em casos de adoção de qualquer idade, mas o salário-maternidade manteve o escalonamento. A partir de agora, tanto pais quanto mães adotantes receberão o salário-maternidade por todo o período.
Outros projetos. A CAS também aprovou em caráter terminativo um seguro-desemprego para trabalhadores rurais temporários, equivalente a um salário mínimo, a ser pago por três meses, desde que o beneficiário comprove ter trabalhado sob contrato pelo menos por oito meses nos dois anos anteriores.
O pagamento também só poderá ser pago uma vez no período de dois anos, e o trabalhador não poderá ter outra renda suficiente para sustentar sua família ou ser beneficiário de algum outro Benefício de Prestação Continuada da Previdência.
Outro projeto aprovado dá a idosos já aposentados que passem a depender do cuidado permanente de outra pessoa, por doença ou acidente, um aumento de 25% no valor da aposentadoria. Esse bônus já é concedido em casos de invalidez, mas apenas para situações em que doenças ou acidentes incapacitantes tenham acontecido antes da aposentadoria.
Os dois projetos vão agora para a Câmara dos Deputados.

 

domingo, 12 de agosto de 2012

SENHOR,

Obrigado pela missão que me conferiste
Obrigado pela vida que gerou
Foi noutro ventre, mas foi algo sagrado
Teve dor, teve sofrimento, teve rompimento
Mas hoje tem luz

Obrigado Senhor por meu filho
Obrigado Senhor por seu olhar, por seu sorriso, por seu choro
Obrigado Senhor pelas lutas, por estar com ele nos momentos de dificuldade
É para nossos filhos que será também o Reino dos Céus
Obrigado meu Pai, por ser pai
Por ser mãe
Por ser amigo, educador, confidente
Obrigado Senhor pela confiança que me depositaste
Pela fé que me ensina a ter todos os dias
Por acreditar que nossa história é além desta terra, deste mundo
Nosso laço é eterno, é para sempre

Obrigado Senhor pelo mistério da vida
Pela sabedoria do nascer, do morrer
Senhor, o que me destes é sagrado
Me presenteou com a vida
Me brindou com uma nova história
Me fizestes pai para conduzir uma vida
Me fizestes um ser completo para construir um novo cidadão

Abençoe a todos nós
Dê a outros órfãos a chance de dizer PAI E MÃE
Dê perdão e conforto a quem não criou
Dê força e fé a quem se separou do laço biológico, a irmãos que se afastaram, a quem ficou em abrigos, a quem morreu, a quem renasceu no seio de uma nova família. Ao Espírito Santo que abençoa e protege a todos e a todas.

Senhor, que seja digna toda a nossa trajetória
Que seja bênção o nosso futuro
Que o amanhã deste país seja melhor
Porque Senhor, nos deu a oportunidade construir o melhor
Senhor, olhe por nossos filhos hoje e sempre. Os guarde, os proteja, os ilumine

Amém.

sábado, 11 de agosto de 2012

Tema Infância e Juventude

Nos próximos dias 29/30 e 31 de agosto será realizado oIII Congresso Regional de Direito ABCDMR.No dia 31 de Agosto das 14:00 as 15:30 o Dr Antonio Carlos Malheiros falará  sobre o tema " Infância e Juventude", essa palestra está aberta para o publico em geral, é só entrar no site www.oabsa.org.br e fazer a inscrição.
O evento será realizado em Santo André na Fundação, maiores informações no telefone 49943040, falar com a Sheila ou Joana.

I CONGRESSO REGIONAL DE DIREITO DO ABCDMR

I CONGRESSO REGIONAL DE DIREITO DO ABCDMR Abertura dia 29/08/2012 das 10:30 às 11:00 - Dr. Marcos da Costa – Presidente em Exercício da OAB/SP – Seccional - Dr. Fabio Picarelli – Presidente da 38ª Subseção de Santo André. Aula Magna – 29/08/2012 das 11:00 às 12:30 – Dr. Anis Kfouri Jr. – Tema: Entendo o Direito Tributário de Maneira fácil e Descomplicada. Palestrantes - dia 29/08/2012 das 14:00 às 15:30 Código – A101 – palestrante – Dra. Heleni de Paiva – Tema: Sem advogado não há democracia seu papel transformador da Sociedade. Código – A102 - palestrante - Dra. Cláudia Maria Felix De Vico Arantes – Tema: O Papel dos Sindicatos na Humanização das Relações de trabalho. Código - A103 – palestrante – Dr. Carlos Alberto Vieira de Gouveia – Tema: Benefícios por incapacidade e perícia médica no Direito Previdenciário. Código - A104 – palestrante – Dr. Marcelo Gomes de Souza – Tema: O Novo Aviso Prévio e o Direito Previdenciário. Código - A105 – palestrante – Dra. Priscila Silveira – Tema: Crimes de Trânsito: Atualidades e questões controvertidas. Palestrantes – dia 29/08/2012 das 16:00 às 17:30 Código – B201 – palestrante – Dra. Tereza Vieira – Tema: Transexualidade e questões controvertidas de Direito de Família Código – B202 – palestrante – Dra. Ana Paula Moraes Satcheki – Tema: O Sancionamento Administrativo e suas Consequências. Código – B203 – palestrante – Dr. Jose Ivanildo Simões – Tema: Execução Trabalhista: Aspectos Pôlemicos, efetividade e tendência. Código – B204 – palestrante – Dr. Helton Júlio Felipe dos Santos – Tema: Panorama – Legislação Racial no ABC Código – B205 – palestrante – Dr. Elton Eneas Gonçalves – Tema: Grupo econômico e sucessão trabalhista. Palestrantes – dia 30/08/2012 das 9:00 às 10:30 Código – C301 – palestrante – Dr. Antonio Vidal Barbosa – Tema: Crime de embriaguez ao volante.Necessidade de imediata alteração no art.306 do Código de Trânsito Brasileiro. Código – C302 – palestrante – Dr. Gilberto Carlos Maistro Junior – Tema: O Direito Imobiliário e as questões trabalhistas das repercurssões das questões trabalhistas no mercado e no uso do imóvel ao patrimônio imobiliário diante do passivo trabalhista. Código – C303 – Código – C304 – palestrante – Dr. Fabiano Brandão Majorana - Tema: Defensoria Pública e Assistência Judiciária Código – C305 – Palestrantes – dia 30/08/2012 das 11:00 às 12:30 Código – C401 – palestrante – Dr. Virgilio Alcides de Farias – Tema: Política Nacional de Resíduos Sólidos Urbanos Código – C402 - Código – C403 - Código – C404 – Código – C405 - Palestrantes – dia 30/08/2012 das 14:00 às 15:30 Código – D501 – palestrante – Dr. Lincoln Nogueira Marcellos – Tema: A Engenharia Econômica e a Matemática Financeira atual no Poder Judiciário Código – D502 – palestrante – Dra. Fabiana Scandiuzzi – Tema: A correlação entre a contabilidade e seus reflexos nas diversas áreas do direito Código – D503 – palestrante – Dr. Marcelo de Carvalho Botallo – Tema: Pressuposto da Responsabilidade Civil na área da Saúde. Código – D504 – palestrante – Dra. Carolina Ferreira Souza – Tema: Responsabilidade Civil no Código de Defesa do Consumidor. Código – D505 - Palestrantes – dia 30/08/2012 das 16:00 às 17:30 Código – D601 – palestrante – Dr. Arthur Zular - Médico Cardiologista – Tema: Advocacia e Qualidade de Vida Código – D602 – palestrante – Dr. Fábio Luis Bossler - Juiz de Direito - Tema: Estrutura Organizacional do TJ/SP e problema de competência Código – D603 – palestrante – Dra. Renata Mahalem da Silva Teles – Juíza de Direito – Tema: Os Reflexos da Boa-Fé Objetiva nas Relações Contratuais Código – D604 – palestrante – Dr. Luiz Emiliani Junior – Tema: Advocacia e Motivação Código – D605 – palestrante – Dr. Ernani Rhandal Bono – Tema: Aspectos Relevantes na Contratação de Advogados Palestrantes – dia 31/08/2012 das 9:00 às 10:30 Código – E101 – palestrantes –Dr. Alberto Gosson Jorge Junior – Tema: O Erro como Vício para Anulação do Negócio Jurídico Código – E102 – palestrantes - Dr. Fernando Shimidt de Paula – Tema: O Caminho do Crime Código – E103 – palestrantes – Dr. Flávio Castelano – Tema: Lei Locação – Aspectos Práticos Código – E104 – palestrantes – Dr. José Erivalder Guimarães de Oliveira – Tema: Perícias Médicas na Justiça do Trabalho Código – E105 – Palestrantes – dia 31/08/2012 das 11:00 às 12:30 Código – F201 – palestrante – Dr. Rodrigo Julio Capobianco – Tema: Crime Financeiro Código – F202 – palestrante – Dr. Adolfo Braga Neto – Tema: Mediação Empresarial Código – F203 – palestrante – Dra. Kátia Boulos – Tema: Direitos e Garantias Fundamentais à Condição Sexual Código – F204 – palestrante – Dra. Dulce Maria Soler Gomes Rijo – Juíza de Direito – Tema: O Assédio Moral no Ambiente de Trabalho e o Princípio da Dignidade Humana Código – F205 – palestrante – Dra. Ana Maria Stoppa – Tema: Entrevista Inicial e Elaboração de Quesitos – A Importância para a Produção da Prova Técnica. Palestrantes – dia 31/08/2012 das 14:00 às 15:30 Código – E301 – palestrante – Dr. Mauricio Januzzi – Tema: O Código de Trânsito e a Lei Código – E302 – palestrante – Dra. Maria Terezinha Salgado Miranda – Tema: A Linguagem do Corpo Código – E303 - palestrante – Dr. Antonio Carlos Malheiros – Desembargador – Tema: Infância e Juventude Código – E304 – palestrante – Dr. Douglas Gomes Pereira – Tema: Alienação Parental Código – E305 – palestrante – Cristina Mello – Tema: Envelhecimento e Qualidade de Vida ENCERRAMENTO – dia 31/08/2012 às 16:00 Dra. Thais Fernanda Bizarria - Tema: Rimando e Aprendendo Direito.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

DIZER A VERDADE A UM FILHO ADOTIVO

26.07.2012 Os especialistas recomendam que sejam os pais que informem a criança a verdade sobre a adoção. Os pais de uma criança adotada se perguntam se devem dizer a criança que ela é adotada e quando devem fazê-lo. Também desejam saber se existem problemas especiais para seu filho. Os psiquiatras de crianças e adolescentes recomendam que sejam os pais os que informem a criança sobre a adoção. Muitos especialistas opinam que se deve informar a criança quando ainda é pequena. Este enfoque lhe da à criança, em uma idade certa, a oportunidade de poder aceitar a ideia e se integrar ao conceito de ter sido adotado. Outros especialistas acreditam que fazer esta revelação quando são muito pequenos pode confundi-los já que ainda não pode entender tal acontecimento. Estes especialistas recomendam que se espere ate que a criança seja um pouco maior. A ADOÇÃO NÃO É UM MAL ATO NEM HÁ PORQUE SENTIR VERGONHA Em ambos os casos, as crianças devem saber de sua adoção pelos seus pais adotivos. Isto ajuda a que a mensagem da adoção seja positiva e permita que a criança confie em seus pais. Se a criança fica sabendo da adoção, intencional ou acidentalmente por outra pessoa que não seja um de seus pais, a criança pode sentir ira e desconfiança de seus pais, e pode ver a adoção como um ato que não esta bem e sentir vergonha, já que se manteve em segredo. As crianças adotadas vão querer falar sobre sua adoção e os pais devem de estimular este processo. Nas livrarias há excelentes livros que podem ajudar aos pais a explicar para a criança sobre sua adoção. REAÇÃO DO FILHO ADOTADO FRENTE À VERDADE As crianças reagem de maneira diferente ao saber que são adotadas. Suas emoções e reações dependem de sua idade e de seu nível de maturidade. A criança pode se negar a aceitar que foi adotado e pode criar fantasias acerca da adoção. Frequentemente, as crianças adotadas pensam que foram dados porque eram maus ou podem pensar que foram sequestrados. Se os pais falam com sinceridade sobre a adoção e a apresentam de maneira positiva, é menos provável que se desenvolvam estas preocupações. Todos os adolescentes passam por uma etapa de luta pela sua identidade, perguntando-se como encaixam com sua família, com seus colegas e com o resto do mundo. É razoável que o adolescente adotado tenha um marcado interesse em seus pais naturais durante esta etapa. Esta curiosidade expressada é comum e não quer dizer que ele ou ela esteja rejeitando aos pais adotivos. É importante dar ao adolescente a informação que precisa de sua família de forma natural. PROBLEMAS EMOCIONAIS A criança adotada pode desenvolver problemas emocionais e de comportamento. Estes problemas podem ser resultado ou não, das inseguridades e assuntos relacionados com o fato de ter sido adotado. Se os pais têm inquietudes, deverão buscar ajuda profissional. Foto: DIZER A VERDADE A UM FILHO ADOTIVO 26.07.2012 Os especialistas recomendam que sejam os pais que informem a criança a verdade sobre a adoção. Os pais de uma criança adotada se perguntam se devem dizer a criança que ela é adotada e quando devem fazê-lo. Também desejam saber se existem problemas especiais para seu filho. Os psiquiatras de crianças e adolescentes recomendam que sejam os pais os que informem a criança sobre a adoção. Muitos especialistas opinam que se deve informar a criança quando ainda é pequena. Este enfoque lhe da à criança, em uma idade certa, a oportunidade de poder aceitar a ideia e se integrar ao conceito de ter sido adotado. Outros especialistas acreditam que fazer esta revelação quando são muito pequenos pode confundi-los já que ainda não pode entender tal acontecimento. Estes especialistas recomendam que se espere ate que a criança seja um pouco maior. A ADOÇÃO NÃO É UM MAL ATO NEM HÁ PORQUE SENTIR VERGONHA Em ambos os casos, as crianças devem saber de sua adoção pelos seus pais adotivos. Isto ajuda a que a mensagem da adoção seja positiva e permita que a criança confie em seus pais. Se a criança fica sabendo da adoção, intencional ou acidentalmente por outra pessoa que não seja um de seus pais, a criança pode sentir ira e desconfiança de seus pais, e pode ver a adoção como um ato que não esta bem e sentir vergonha, já que se manteve em segredo. As crianças adotadas vão querer falar sobre sua adoção e os pais devem de estimular este processo. Nas livrarias há excelentes livros que podem ajudar aos pais a explicar para a criança sobre sua adoção. REAÇÃO DO FILHO ADOTADO FRENTE À VERDADE As crianças reagem de maneira diferente ao saber que são adotadas. Suas emoções e reações dependem de sua idade e de seu nível de maturidade. A criança pode se negar a aceitar que foi adotado e pode criar fantasias acerca da adoção. Frequentemente, as crianças adotadas pensam que foram dados porque eram maus ou podem pensar que foram sequestrados. Se os pais falam com sinceridade sobre a adoção e a apresentam de maneira positiva, é menos provável que se desenvolvam estas preocupações. Todos os adolescentes passam por uma etapa de luta pela sua identidade, perguntando-se como encaixam com sua família, com seus colegas e com o resto do mundo. É razoável que o adolescente adotado tenha um marcado interesse em seus pais naturais durante esta etapa. Esta curiosidade expressada é comum e não quer dizer que ele ou ela esteja rejeitando aos pais adotivos. É importante dar ao adolescente a informação que precisa de sua família de forma natural. PROBLEMAS EMOCIONAIS A criança adotada pode desenvolver problemas emocionais e de comportamento. Estes problemas podem ser resultado ou não, das inseguridades e assuntos relacionados com o fato de ter sido adotado. Se os pais têm inquietudes, deverão buscar ajuda profissional. 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